sexta-feira, 27 de maio de 2016

D´Uva - Portugal wine Girls








São mulheres, estão ligadas ao mundo do vinho e decidiram juntar-se para acrescentar uma voz feminina à valorização e promoção do vinho português. O Grupo D’Uva – Portugal Wine Girls organizou no dia 24 de Maio a sua prova de estreia, no Porto, e já agendou outra, para Lisboa, em Outubro.

As D’Uva são: Catarina Vieira, da Herdade do Rocim, Alentejo (enologia e viticultura); Francisca van Zeller, da Quinta Vale D. Maria, Douro (marketing e vendas); Luisa Amorim, da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, Douro (direção geral); Maria Manuel Poças Maia, da Poças Júnior, Douro (viticultura); Mafalda Guedes, da Herdade do Peso, Alentejo (vendas); Rita Cardoso Pinto, da Quinta do Pinto, Lisboa (coordenação geral e comercial), Rita Fino, do Monte da Penha, Portalegre (marketing e vendas) e Rita Nabeiro, da Adega Mayor, Alentejo (direção geral).

A vivência familiar em torno dos vinhos foi o mote que as uniu. Mulheres, jovens e com espírito de liderança, querem trabalhar em equipa e agregar esforços para se fazerem ouvir num mercado cada vez mais concorrencial. Sabem que o facto de serem um grupo de mulheres abre portas, nomeadamente junto de organizações congéneres. Profissionais de áreas diversificadas do sector do vinho, fomentam a partilha e interajuda entre os membros, querem reforçar redes de contacto e otimizar custos. 

Organizar e estruturar o grupo é a principal preocupação neste ano de arranque formal das D’Uva. Na segunda semana de Maio, participaram no encontro "Portugal, Women and Winemaking", em Copenhaga, organizado pela AICEP, estando previsto voltarem à Dinamarca em 2017 no âmbito de uma convenção internacional de mulheres. Pretendem também marcar presença e apoiar iniciativas de organizações portuguesas dedicadas ao sector do vinho e enoturismo. 

Fonte: Potugal Wine 

D´Uva - Portugal Wine Girls em estreia no Porto

terça-feira, 3 de maio de 2016

A origem de cada fonte de energia por pais

Quer saber qual a fonte de energia de cada pais ? Clic em cima de cada país, e veja qual a origem percentual de cada fonte de energia.

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domingo, 24 de abril de 2016

FUNGOS SÃO OS MAIORES RESPONSÁVEIS POR SEQUESTRO DE CARBONO NAS FLORESTAS DO NORTE


Há muito que se sabe que as florestas boreais do Hemisfério Norte, situadas em países como o Canadá ou Suécia, são das que mais sequestram dióxido de carbono por todo o Planeta, mas sempre que pensou que era a matéria vegetal que estava a incorporar esses gases.
Agora, um estudo publicado na revista Nature por cientistas suecos avança que estas grandes árvores estão a ter um aliado nessa função, os fungos, que chegam a ser responsáveis por 70% do sequestro de carbono.
Na verdade, os cientistas nunca souberam ao certo como era sequestrado e carbono e para onde ele ia. Uma das hipóteses dizia que o gás era levado pelas agulhas das árvores até ao chão, onde a decomposição acabava por o absorver. Se isso fosse verdade, avisa o estudo, eram expectáveis depósitos de carbono recentes perto da superfície do terreno.
No entanto, depois de terem analisado amostras de solo de mais de 30 ilhas e dois pequenos lagos, na Suécia, os investigadores descobriram que estes depósitos se encontravam mais abaixo, sendo puxados até às raízes das árvores pelos fungos.
Segundo o Inhabitat, o estudo descobriu que os fungos eram responsáveis por 47% de carbono no solo nas amostras das ilhas maiores – e 70% nas ilhas mais pequenas. E ainda que os investigadores não tenham 100% de certeza sobre a razão da diferença dos números, esta deverá estar relacionada com os vários níveis de decomposição.
Fonte: Green Savers 

quarta-feira, 9 de março de 2016

A MAIS ANTIGA GARRAFA DE VINHO DO MUNDO É DA MADEIRA


A garrafa de vinho mais antiga do mundo data de cerca de 1679 e foi encontrada na garrafeira do artilheiro-mor de Inglaterra

Uma equipa de arqueólogos descobriu a mais antiga garrafa de vinho do mundo – e ela vem da Madeira.
A garrafa, ainda selada e com o vinho bem preservado no interior, data de cerca de 1679 e foi encontrada quando os arqueólogos escavavam, junto à Torre de Londres, a garrafeira de um militar britânico do século XVII.
É provável que a garrafa recém descoberta deste vinho da Madeira do século XVII tenha sido feita com uvas colhidas em princípios ou meados da década de 70 de mil e seiscentos, tendo sido então embarcado da Madeira para as colónias britânicas nas Caraíbas.
A garrafa terá depois regressado a Inglaterra, atravessando novamente todo o Atlântico.
No século XVII, o vinho da Madeira não era fortificado – não lhe era adicionado aguardente, como hoje se faz.
Provavelmente o dono terá experimentado outra garrafa da mesma colheita, não gostou do sabor e pô-la de lado. Sabemo-lo, porque uma garrafa aberta com quase todo o vinho no interior foi encontrada ao lado da garrafa fechada.
O vinho pertencia ao artilheiro-mor de Inglaterra, um oficial de artilharia da Torre de Londres, cuja casa foi demolida nos anos 70 do século XVII e reconstruida na década seguinte.
Foi durante a demolição que a velha garrafeira foi desactivada e enchida de terra.
As duas garrafas foram abandonadas neste local, onde se mantiveram até hoje.
Originalmente, o vinho tinha provavelmente 10 ou 12% de álcool e um conteúdo de açúcar muito baixo.
Contudo, passados 320 anos, o seu nível de álcool desceu até aos seis por cento, mas o seu gosto e textura parecem ter-se mantido inalterados.
Fonte: zap.aeiou