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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Embalagens: Caixas da Packworks "cortam" a respiração dentro de camiões

O grupo AMJ Monteiro criou a Packworks para agregar os negócios, que estão concentrados na área das embalagens. A empresa de Matosinhos já abriu unidade nos Açores.
Alfredo Monteiro não quer transportar ar. E isso está na base de toda a estratégia da AMJ Monteiro para o sector de embalagens, que culminou com a criação da Packworks.

"Às vezes estamos a transportar ar e não faz sentido imputar esse custo ao cliente", explicou Alfredo Monteiro. O sistema, que passou por redesenhar as embalagens para que ocupem o menor espaço possível e sejam fáceis de montar, tem várias vantagens. "Estamos a falar numa relação de 11 para 1. Se eu mandar um camião TIR de caixas planificadas, isso dá-me cerca de 11 camiões de caixas armadas. Poupam-se aqui imensos custos de transporte e - sem que eu me apercebesse - isso torna-me mais competitivo para o cliente e na redução das emissões de CO2", contou o empresário que neste momento conta com duas unidades em Esposende, sede em Matosinhos e presença em Moimenta da Beira e Ponta Delgada.
Fonte: Jornal de Negocios
Artigo compelto: http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/pme/ideias_e_negocios/detalh/embalagens_caixas_da_packworks_cortam_a_respiracao_dentro_de_camioes.html














quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Fundo Noruegues deixa emrpeas que produzem óleo de palma


Trabalhador segura sementes de óleo de palma em plantação em Kuala Cenaku, Sumatra, na Indonésia
 Sementes para a produção de Óleo de Palma:

 "Após uma avaliação dos riscos de danos ao meio ambiente, as empresas Daewoo, sua casa matriz Posco, assim como as empresas malaias Genting e IJM estão excluídas", anunciou o Banco Central norueguês
Da AFP.
 
O maior fundo soberano do mundo, o fundo de pensões público da Noruega, anunciou nesta segunda-feira que está de saída de quatro grandes grupos asiáticos, incluindo o sul-coreano Daewoo International, porque atuam no setor do óleo de palma.
"Após uma avaliação dos riscos de danos ao meio ambiente, as empresas Daewoo, sua casa matriz Posco, assim como as empresas malaias Genting e IJM estão excluídas", anunciou o Banco Central norueguês, que administra o fundo, em um comunicado.
O fundo, que tem 7,19 trilhões de coroas (785 bilhões de euros) e controla 1,3% da capitalização da Bolsa mundial, é administrado por regras éticas que o levaram a excluir de seus investimentos quase 60 empresas, entre elas Airbus, Boeing, Safran, Philip Morris ou Wal-Mart.
Suas decisões têm um grande impacto sobretudo porque outros investidores costumam seguir o mesmo caminho.

O Daewoo, um enorme conglomerado industrial, foi excluído porque controla 85% do capital de uma empresa indonésia que desmata áreas de floresta para plantar palmeiras que produzem óleo de palma, apesar deste ativo representar uma parte ínfima das atividades do grupo.
Geralmente, o fundo norueguês, alimentado pelas receitas do petróleo do Estado, se retira das empresas questionadas antes de anunciar as decisões.
No fim de 2014, possuía 0,91% da Posco com um valor de 198,1 milhões de dólares e 0,28% do Daewoo (9 milhões de dólares). As participações na Genting e IJM eram respectivamente de 0,4% (41 milhões de dólares) e 1,6% (46 milhões de dólares).
 
Fonte: Exame 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Hoje é o Dia Nacional da Conservação da Natureza!


"Este é um ano particularmente importante para a conservação portuguesa, pois a sua espécie mais emblemática saiu do estatuto "Criticamente Ameaçado". Celebremos este dia lembrando-nos que a natureza é a nossa casa, uma casa extremamente sensível e que necessita de todo o nosso cuidado."

Foto de Projecto Lynx. 

Fonte: APEA

             

terça-feira, 21 de julho de 2015

A Revolução Verde a Acontecer em Portugal

"O filme “Ambiente Amanhã” leva-o a viajar no tempo, indo do passado ao futuro, mostrando as conquistas dos portugueses e os desafios que enfrentaremos nas próximas décadas." Fonte: Ambiente à manhã



Na TM- Consultora, temos profissionais devidamente competentes e experientes, capazes de apoiar os nossos clientes actuais e futuros a  fazerem parte desta (R)Evolução Verde, integrando este novo ciclo, o ciclo da Sustentabilidade e da Eficiência dos Recursos. 

Nos desenvolvemos estudos e apoiamos candidaturas no âmbito do Portugal 2020 para os seguintes âmbitos: 
- Alterações climáticas
- Eco-inovação
- Economia Circular 

Nos participamos na (R)Evolução Verde e queremos levar os nossos clientes acutais e futuros, connosco!

Entre em contacto connosco ! http://tmconsultoraqas.weebly.com/contactos.html




domingo, 7 de junho de 2015

Processo de reciclagem de lâmpadas


 O termo “reciclagem de lâmpadas” refere-se à recuperação de alguns de seus materiais e o retorno ao ciclo de vida industrial.
Reciclagem de lâmpadas fluorescentes

A maioria dos brasileiros não tem opções de descarte desse tipo de lâmpada.
Um processo eficiente de reciclagem inclui desde um competente serviço de informação e esclarecimentos junto aos geradores de resíduos, explicitando como estes devem ser transportados para que não ocorra a quebra dos bulbos durante o seu transporte, até a garantia final de que o mercúrio seja removido dos componentes recicláveis e que os vapores de mercúrio serão contidos durante o processo de reciclagem. Analisadores portáteis devem monitorar a concentração de vapor de mercúrio no ambiente para assegurar a operação dentro dos limites de exposição ocupacional (0,05 mg.m~3, de acordo com a Occupational Safety and Health Administration -OSHA).


O processo de reciclagem mais usado e em operação em várias partes do mundo envolve basicamente duas fases:
a) Fase de esmagamento:
As lâmpadas usadas são introduzidas em processadores especiais para esmagamento, quando, então, os materiais constituintes são separados por peneiramento, separação eletrostática e ciclonagem, em cinco classes distintas:
– terminais de alumínio – pinos de latão; – componentes ferro-metálicos; – vidro, – poeira fosforosa rica em Hg; – isolamento baquelítico.
No início do processo, as lâmpadas são implodidas e/ou quebradas em pequenos fragmentos, por meio de um processador (britador e/ou moinho). Isto permite separar a poeira de fósforo contendo mercúrio dos outros elementos constituintes. As partículas esmagadas restantes são, posteriormente, conduzidas a um ciclone por um sistema de exaustão, onde as partículas maiores, tais como vidro quebrado, terminais de alumínio e pinos de latão são separadas e ejetadas do ciclone e separadas por diferença gravimétrica e por processos eletrostáticos.
Reciclagem de lâmpadas
Essa lâmpada é econômica, mas é fácil de reciclar?
A poeira fosforosa e demais particulados são coletados em um filtro no interior do ciclone. Posteriormente, por um mecanismo de pulso reverso, a poeira é retirada desse filtro e transferida para uma unidade de destilação para recuperação do mercúrio.
O vidro, em pedaços de 15 mm, é limpo, testado e enviado para reciclagem. A concentração média de mercúrio no vidro não deve exceder a 1,3mg/kg. O vidro nessa circunstância pode ser reciclado, por exemplo, para a fabricação de produtos para aplicação não alimentar.
O alumínio e pinos de latão, depois de limpos, podem ser enviados para reciclagem em uma fundição. A concentração média de mercúrio nesses materiais não deve exceder o limite de 20 mg/kg. A poeira de fósforo é normalmente enviada a uma unidade de destilação, onde o mercúrio é extraído. O mercúrio é, então, recuperado e pode ser reutilizado. A poeira fosforosa resultante pode ser reciclada e reutilizada, por exemplo, na indústria de tintas.
O único componente da lâmpada que não é reciclado é o isolamento baquelítico existente nas extremidades da lâmpada.
No que se refere à tecnologia para a reciclagem de lâmpadas, a de maior avanço tecnológico é apresentada pela empresa Mercury Recovery Technology – MRT, estabelecida em Karlskrona Suécia. O processador da MRT trabalha a seco, em sistema fechado, incorporado em um “container” de 20 pés de comprimento (6,10m). Todo o sistema opera sob pressão negativa (vácuo) para evitar a fuga de mercúrio para o ambiente externo (emissões fugitivas).

b) Fase de destilação de mercúrio
A fase subsequente nesse processo de reciclagem é a recuperação do mercúrio contido na poeira de fósforo. A recuperação é obtida pelo processo de reportagem, onde o material é aquecido até a vaporização do mercúrio (temperaturas acima do ponto de ebulição do mercúrio, 357° C). O material vaporizado a partir desse processo é condensado e coletado em recipientes especiais ou decantadores. O mercúrio assim obtido pode passar por nova destilação para se removerem impurezas. Emissões fugitivas durante esse processo podem ser evitadas usando-se um sistema de operação sob pressão negativa.
 
O Problema da Reciclagem das Lâmpadas
Em localidades onde existe a separação de resíduos recicláveis, é importante manter os produtos que contêm mercúrio separados do lixo comum. Tais produtos são, freqüentemente, classificados como resíduos perigosos se excederem o limite regulatório de toxicidade.
Uma vez segregados e/ou separados, os resíduos mercuriais podem, então, ser tratados objetivando a recuperação do mercúrio neles contidos. As opções de aterramento e incinerações não são as mais recomendadas. Com a finalidade de minimizar o volume de mercúrio descarregado ao meio ambiente, a opção de reciclagem, com a conseqüente recuperação do mercúrio, é considerada a melhor solução. O principal argumento é que tecnologias comprovadamente bem sucedidas para esta finalidade já existem.
 

Custo para Descontaminação de Lâmpadas
O custo para a reciclagem e a conseqüente descontaminação do gerador de resíduos depende do volume, distância e serviços específicos escolhidos pelo cliente.
Ao preço, deve-se acrescentar os custos de frete (transporte), embalagem e seguro contra acidentes. O ônus envolvido no processo de reciclagem tem sido suportado, até o presente momento, pelas empresas e indústrias mais organizadas, que possuem um programa ambiental definido.
Os subprodutos resultantes do processo de reciclagem, tais como vidro, alumínio, pinos de latão e mercúrio, possuem baixo valor agregado, portanto é de se esperar que a reciclagem de lâmpadas tenha um alto custo, o que explica a quantidade de lâmpadas que você descartada em local inadequado.

Fonte: Reciclagem de materiais 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

"A descarbonização da electricidade"

Comentário Carlos Zorrinho: "A descarbonização da electricidade"

02.06.2015
 
Os resultados obtidos por Portugal na descarbonização da electricidade são dos indicadores mais notáveis de modernização do nosso País, colocando-nos no plano da produção na primeira linha da transição energética à escala global. Eles significaram e significam um contributo importante para a sustentabilidade do planeta, mas também para reduzir a nossa dependência energética, diminuir o deficit da balança comercial, criar emprego e desenvolver indústrias competitivas na fileira da energia e da eficiência energética.

O investimento feito na investigação e na inovação nos modelos de produção e distribuição da energia renovável com recursos endógenos permitiu que Portugal seja hoje um dos países que tem uma base de produção de electricidade descarbonizada mais próxima do mercado, ou seja com preços que se tornam cada vez mais competitivos e modelos de cadeia de valor que são cada vez mais robustos.

O passo seguinte  é fazer chegar esta electricidade descarbonizada a todo o lado em particular aos transportes individuais e colectivos. Aquilo que em muitos Países se designa por mobilidade eléctrica, em Portugal poderá designar-se por mobilidade limpa e isso fará toda a diferença na nossa economia e será um enorme contributo que daremos numa fronteira tecnológica onde já estivemos e à qual com vontade política podemos voltar.

Carlos Zorrinho, eurodeputado do PS, membro da Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia no Parlamento Europeu, é licenciado em Gestão de Empresas e doutorado em Gestão de Informação pela Universidade de Évora. Foi professor catedrático do Departamento de Gestão da Universidade de Évora, deputado à Assembleia da República pelo PS (1995-2002 e 2004-2014), líder Parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República (2011-2014) e, no Governo, ocupou as funções de Secretário de Estado da Energia e da Inovação (2009 e 2011) e secretário de estado Adjunto da Administração Interna entre 2000 e 2002. O autor escreve, por opção, ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Fonte: Ambiente On Line 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Obama insiste na necessidade de agir perante a ameaça das alterações climáticas

Quando as alterações  climáticas são assunto de Estado !

© Kevin Lamarque / Reuters

Com a aproximação da época dos furacões, o presidente dos EUA, Barack Obama, sublinhou hoje em Miami, no Estado da Florida, a urgência de agir perante as alterações climáticas.

Fonte:  http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2015-05-28-Obama-insiste-na-necessidade-de-agir-perante-a-ameaca-das-alteracoes-climaticas

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Poluição luminosa



Poluição do ar, do solo e da água, com certeza você já ouviu falar sobre isso, mas e sobre a poluição luminosa? Ela é gerada pela luz excessiva, irregular ou mal direcionada. Apesar de ser pouco divulgada pelos meios de comunicação, ela é responsável por provocar efeitos nocivos à saúde e interferir no ecossistema.

A poluição luminosa é silenciosa, já que seus efeitos muitas vezes não são percebidos. Ela pode ser definida como uma luz mal direcionada, uma vez que é focada erradamente para o céu (originando o brilho acima das cidades), ao invés de cumprir seu objetivo que é iluminar a cidade, ou seja, desperdiçando luz e não cumprindo o seu papel principal.

Outro resultado negativo da poluição luminosa é que ela atrapalha a visão do céu, prejudicando o trabalho de astrônomos ou até mesmo de observadores amadores, que não conseguem visualizar estrelas e planetas.
Podemos citar como exemplo a iluminação pública, dos outdoors, estabelecimentos que utilizam luz excessiva na fachada, além de quadras e campos de futebol, onde as lâmpadas são apontadas para o alto. Esses locais não são iluminados de forma adequada, desperdiçando até 50% da luz gerada, provocando a chamada poluição luminosa.


 

Além disso, a luz pode interferir em residências e locais de trabalho, podendo causar danos à saúde, como problemas com o sono e estresse. Os animais também são afetados em ciclos migratórios, alimentares e reprodutivos. A luz pode deixar as aves desorientadas, desequilibra a fotossíntese das plantas, além de outros problemas que afetam o ecossistema.

Para a iluminação ser eficiente, ela deveria vir do topo e ser direcionada apenas para baixo, iluminando as pessoas, as ruas e os carros. Porém a luz é projetada para cima, acarretando nos problemas que foram citados.

Fonte: Pensamento Verde