quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Fundo Noruegues deixa emrpeas que produzem óleo de palma


Trabalhador segura sementes de óleo de palma em plantação em Kuala Cenaku, Sumatra, na Indonésia
 Sementes para a produção de Óleo de Palma:

 "Após uma avaliação dos riscos de danos ao meio ambiente, as empresas Daewoo, sua casa matriz Posco, assim como as empresas malaias Genting e IJM estão excluídas", anunciou o Banco Central norueguês
Da AFP.
 
O maior fundo soberano do mundo, o fundo de pensões público da Noruega, anunciou nesta segunda-feira que está de saída de quatro grandes grupos asiáticos, incluindo o sul-coreano Daewoo International, porque atuam no setor do óleo de palma.
"Após uma avaliação dos riscos de danos ao meio ambiente, as empresas Daewoo, sua casa matriz Posco, assim como as empresas malaias Genting e IJM estão excluídas", anunciou o Banco Central norueguês, que administra o fundo, em um comunicado.
O fundo, que tem 7,19 trilhões de coroas (785 bilhões de euros) e controla 1,3% da capitalização da Bolsa mundial, é administrado por regras éticas que o levaram a excluir de seus investimentos quase 60 empresas, entre elas Airbus, Boeing, Safran, Philip Morris ou Wal-Mart.
Suas decisões têm um grande impacto sobretudo porque outros investidores costumam seguir o mesmo caminho.

O Daewoo, um enorme conglomerado industrial, foi excluído porque controla 85% do capital de uma empresa indonésia que desmata áreas de floresta para plantar palmeiras que produzem óleo de palma, apesar deste ativo representar uma parte ínfima das atividades do grupo.
Geralmente, o fundo norueguês, alimentado pelas receitas do petróleo do Estado, se retira das empresas questionadas antes de anunciar as decisões.
No fim de 2014, possuía 0,91% da Posco com um valor de 198,1 milhões de dólares e 0,28% do Daewoo (9 milhões de dólares). As participações na Genting e IJM eram respectivamente de 0,4% (41 milhões de dólares) e 1,6% (46 milhões de dólares).
 
Fonte: Exame 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Melhor luz com menos energia


Ford mais perto de reduzir em 30% as emissões de CO2 até 2025



O relatório de sustentabilidade da Ford, que será hoje publicado oficialmente, afirma que a marca automóvel continua no caminho certo para reduzir em 30% as emissões de CO2 até 2025, tendo em conta os níveis de 2010. Um resultado que reflecte o investimento feito em tecnologias limpas e iniciativas ligadas à eficiência energética.
No relatório, a Ford detalhará como conseguiu que as emissões de carbono por fabrico de veículo decresceram 22% em 2014, tendo em conta os níveis de 2010, e a utilização de água continuou a decrescer em relação a 2012 – no último ano, a queda foi de 3%.
Segundo o Business Green, outro dos progressos da marca deu-se na redução de resíduos. O novo modelo F-150, por exemplo, irá utilizar material 100% reciclado para os seus bancos. O material será recolhido de mais de 5 milhões de garrafas de plástico colocadas em lixeiras.
Por outro lado, a fábrica de Hermosillo não enviou resíduos para lixeira no último ano, permitindo à Ford fazer o pleno, nesta área, em todas as suas fábricas do México. “A nossa iniciativa Blueprint for Sustainability é crítica para a competitividade da empresa a longo prazo”, escreveram o chairman William Clay Fort Jr e o presidente e CEO, Mark Fields, no prefácio do relatório de sustentabilidade.
“[Esta iniciativa] reforça a nossa missão de construirmos um negócio forte, com grandes produtos e que possa construir um mundo melhor – o futuro tem de ser diferente do passado”, escreveram os líderes da empresa.

Fonte: Green Saveres